tecnologia

Palestra no Festival CulturaDigital.Br

Atualizado em 14 de setembro | 9:12 AM

Publicado originalmente no site CulturalDigital.Br

Foi um evento histórico: Heloisa Buarque de Hollanda explicou por uma hora e dez minutos no palco do Cine Odeon a sua relação com a cultura de rede, com a internet e os potenciais gerados pelas novas tecnologias. “Somos uma porção de velhinhos nesse universo. Como é que isso começou? Essa geração é claramente uma geração com DNA 1960″, disse ela logo na abertura de sua apresentação, entitulada “Por que os Velhinhos e os Nerds se encontram na Internet?”

Confira o vídeo completo da Palestra no Festival CulturaDigital.Br, realizado em dezembro de 2011:

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Trabalhos acadêmicos que fazem a diferença na periferia

Atualizado em 1 de agosto | 9:53 AM

Cultura, literatura, tecnologias digitais e produção das periferias se encontram nos trabalhos da professora, jornalista, ensaísta e pesquisadora Heloísa Buarque de Hollanda. Paulista de Ribeirão Preto, Heloísa graduou-se em Letras na Pontifícia Universidade Católica (PUC/RJ) e fez mestrado e doutorado em Teoria da Literatura na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Na Columbia University, em Nova York, fez pós-doutorado na mesma área.

É professora emérita da UFRJ, onde coordena o Projeto Avançado de Cultura Contemporânea. No Jornalismo, atuou em diversos meios de comunicação, apresentando programas na TV e rádio e colaborando com veículos impressos e virtuais.Também exerceu funções de cunho executivo, sendo responsável pela direção do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro (MIS/RJ), entre 1983 e 1984.

Atualmente, Heloísa é diretora da Aeroplano Editora, voltada para projetos editoriais alternativos e curadora de um portal sobre cultura contemporânea. Autora de importantes publicações para a cultura brasileira e idealizadora de projetos que integram periferia e universo acadêmico, a pesquisadora conversou com o Ecaderno e contou sua trajetória profissional e as dificuldades e resultados de seus trabalhos.

Você ingressou na faculdade com apenas 17 anos. Houve incertezas na hora de escolher qual carreira seguir?

Hoje eu sinto que não escolhi na realidade.

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Velhinhos & Nerds

Atualizado em 3 de dezembro | 12:28 PM

Apresentação da palestra “Velhinhos e Nerds”, realizada no Festival Internacional Cultura Digital.br, em 03/12/2011:

Velhinhos & Nerds

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O livro em transição

Atualizado em 15 de setembro | 11:00 AM

Mercado livreiro do mundo já retira 10% do faturamento da venda de títulos digitais; no Brasil, resistência inicial dos leitores cede facilmente ao apelo dos e-readers, estimulando editoras e livrarias
Thiago Corrêa

Quando entrou em cartaz no ano de 2002, o filme Minority Report – A nova lei do diretor Steven Spielberg causou espanto por apresentar um futuro com painéis interativos que respondiam ao toque das mãos e jornais flexíveis em que as fotografias davam lugar a vídeos. Pois bem, menos de uma década depois, esse futuro se torna realidade com o surgimento e a difusão dos chamados e-readers, aparelhos que servem de suporte para a leitura de livros e periódicos, dando uma nova dimensão ao ato de ler, permitindo a simbiose entre a palavra escrita, sons e animações.

“Estamos falando mais de tecnologia que de livros”, diz o diretor comercial da Livraria Cultura, Fabio Herz Foto: Claudio Wakahara/Divulgacao
Embora tudo nessa área ainda seja incipiente – com muitas perguntas sem repostas sobre o modelo de negócios a ser adotado, o tipo de arquivo utilizado e qual o aparelho que vai emplacar -, essa revolução digital que já atingiu em cheio a indústria da música começa a aparecer em grandes centros, como a cidade de Nova York (EUA).

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Livro, leitura e era digital

Atualizado em 27 de maio | 1:38 AM

Livro, leitura e era digital

1- Livro, para Arlindo Machado, é “todo e qualquer dispositivo através do qual uma civilização grava, fixa, memoriza para si e para a posteridade o conjunto de seus conhecimentos, de suas descobertas, de seus sistemas de crenças e os vôos de sua imaginação”. Essa definição transcende a própria ideia de registro escrito. O que está em crise: o paradigma seqüencial e linear do livro impresso ou o livro propriamente segundo a concepção de Machado?

R: Acho que os dois. De um lado o texto , cada vez mais, se faz na foram de hiper links, não linear, e não seqüencial. Essa tendência vc pode inclusive aferir na própria escrita dos autores mais jovens que foram criados sob a égide da internet. É um comportamento que está estruturando a percepção e a escrita das novas gerações e o livro começa a acompanhar a necessidade de novos modelos não lineares. De outro, o registro da memória e o registro de praticas culturais cada vez mais se dá em suportes vários, inclusive  o livro, mas não apenas no papel impresso do livro. Existem ainda experiências cada vez mais freqüentes de utilização de convergência de mídias, ou seja da utilização simultânea de suportes diversos.

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