poesia

Heloisa Buarque no “Umas Palavras”

Atualizado em 25 de novembro | 8:14 PM

 

Programa exibido originalmente em 2010 no Canal Futura.

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Ana Cristina César, 60

Atualizado em 2 de outubro | 10:07 AM

Confira a entrevista de Heloisa Buarque e Armando Freitas Filho sobre a poeta Ana Cristina César, exibida no programa Globo News Literatura, em 08/06/2012.

A jovem poeta Ana Cristina César, que se destacou na década de 1970 por seu estilo intimista, se suicidou aos 30 anos. Publicou três livros por conta própria, que depois foram reunidos em uma coletânea.

> Assista à reportagem

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Trabalhos acadêmicos que fazem a diferença na periferia

Atualizado em 1 de agosto | 9:53 AM

Cultura, literatura, tecnologias digitais e produção das periferias se encontram nos trabalhos da professora, jornalista, ensaísta e pesquisadora Heloísa Buarque de Hollanda. Paulista de Ribeirão Preto, Heloísa graduou-se em Letras na Pontifícia Universidade Católica (PUC/RJ) e fez mestrado e doutorado em Teoria da Literatura na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Na Columbia University, em Nova York, fez pós-doutorado na mesma área.

É professora emérita da UFRJ, onde coordena o Projeto Avançado de Cultura Contemporânea. No Jornalismo, atuou em diversos meios de comunicação, apresentando programas na TV e rádio e colaborando com veículos impressos e virtuais.Também exerceu funções de cunho executivo, sendo responsável pela direção do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro (MIS/RJ), entre 1983 e 1984.

Atualmente, Heloísa é diretora da Aeroplano Editora, voltada para projetos editoriais alternativos e curadora de um portal sobre cultura contemporânea. Autora de importantes publicações para a cultura brasileira e idealizadora de projetos que integram periferia e universo acadêmico, a pesquisadora conversou com o Ecaderno e contou sua trajetória profissional e as dificuldades e resultados de seus trabalhos.

Você ingressou na faculdade com apenas 17 anos. Houve incertezas na hora de escolher qual carreira seguir?

Hoje eu sinto que não escolhi na realidade.

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Cacaso – Ícone da poesia marginal

Atualizado em 10 de julho | 10:25 PM

Publicado originalmente por Guido Arosa no Jornal da UFRJ n. 61, de jun/jul de 2011.


“Passou um versinho voando, ou foi uma gaivota?” É essa a concepção perecível de poesia de Antônio Carlos de Brito, considerado o ícone da poesia marginal brasileira, nascido na cidade mineira de Uberaba, em 1944. Eternizado pelo apelido “Cacaso”, mudou-se para o Rio de Janeiro aos 11 anos e, logo depois, por seu talento para o desenho, publicou caricaturas de políticos na imprensa carioca. Já a poesia veio antes dos 20, por suas letras para músicas dos amigos Elton Medeiros e Maurício Tapajós.Cacaso lecionou na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), nos anos 1960 e 1970. Colaborador das revistas Movimento e Opinião, lançou sua primeira obra poética,  A palavra cerzida, em 1967. É partir de então que se dá seu engajamento político-social e a consolidação de sua poesia crítica, livre e irônica – no pós-modernismo poético conhecido por “geração mimeógrafo”, pelo qual a poesia marginal se consolidou.

No sufoco

Em plena ditadura militar, com a falta de espaço em editoras tradicionais para suas poesias, Cacaso e outros intelectuais, como Chacal e Ana Cristina Cesar, passam a difundir seus escritos através de cópias mimeografadas. É em 1976, com a antologia 26 poetas hoje, de Heloisa Buarque de Hollanda, que passam a ser divulgados e destacados os “poetas perecíveis”: “Desde 1968, a gente era mais ou menos um grupo coeso e começamos a nos interessar juntos pela poesia marginal, como uma forma de resistência ao golpe de 1964”, afirma Heloísa Buarque, que é professora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC), do Fórum de Ciência e Cultura (FCC) da UFRJ.

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O pessoal é político

Atualizado em 29 de novembro | 9:20 AM

Trabalho sobre Poesia Marginal, por Michelle Lopes.

A Poesia Marginal surgiu pela necessidade de expressão em meio a opressão da Ditadura Militar no Brasil aproximadamente na década de 70 na cidade de Rio de Janeiro e se espalhou por cidades de São Paulo. Minha pesquisa se baseou na hipótese de que pessoas que não se conhecem e que participaram do movimento pudessem ter vivido momentos em comum devido a sua participação. Assim, realizei entrevistas com duas mulheres de cidades diferentes e que não se conhecem: a organizadora da antologia 26 poetas hoje, Heloisa Buarque de Hollanda, e a poeta Dulce Adorno. Analisei a antologia, a autobiografia e o livro que garantiu a Heloisa seu doutorado em Literatura e também o livro de poesias não publicadas de Dulce. Minha pesquisa concluiu que os participantes e observadores deste movimento acompanharam a efervescência dos acontecimentos e pensamentos da época e que elas, assim como outras pessoas distintas do movimentos, fizeram com que este tomasse forma através de suas reflexões, estudos e poemas.

 

 

Apresentação-Michelle Lopes from admin on Vimeo.

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