cultura digital

Palestra na Mostra Virei Viral 2013/2014

Atualizado em 6 de outubro | 11:37 AM

Palestra no Festival CulturaDigital.Br

Atualizado em 14 de setembro | 9:12 AM

Publicado originalmente no site CulturalDigital.Br

Foi um evento histórico: Heloisa Buarque de Hollanda explicou por uma hora e dez minutos no palco do Cine Odeon a sua relação com a cultura de rede, com a internet e os potenciais gerados pelas novas tecnologias. “Somos uma porção de velhinhos nesse universo. Como é que isso começou? Essa geração é claramente uma geração com DNA 1960″, disse ela logo na abertura de sua apresentação, entitulada “Por que os Velhinhos e os Nerds se encontram na Internet?”

Confira o vídeo completo da Palestra no Festival CulturaDigital.Br, realizado em dezembro de 2011:

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Trabalhos acadêmicos que fazem a diferença na periferia

Atualizado em 1 de agosto | 9:53 AM

Cultura, literatura, tecnologias digitais e produção das periferias se encontram nos trabalhos da professora, jornalista, ensaísta e pesquisadora Heloísa Buarque de Hollanda. Paulista de Ribeirão Preto, Heloísa graduou-se em Letras na Pontifícia Universidade Católica (PUC/RJ) e fez mestrado e doutorado em Teoria da Literatura na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Na Columbia University, em Nova York, fez pós-doutorado na mesma área.

É professora emérita da UFRJ, onde coordena o Projeto Avançado de Cultura Contemporânea. No Jornalismo, atuou em diversos meios de comunicação, apresentando programas na TV e rádio e colaborando com veículos impressos e virtuais.Também exerceu funções de cunho executivo, sendo responsável pela direção do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro (MIS/RJ), entre 1983 e 1984.

Atualmente, Heloísa é diretora da Aeroplano Editora, voltada para projetos editoriais alternativos e curadora de um portal sobre cultura contemporânea. Autora de importantes publicações para a cultura brasileira e idealizadora de projetos que integram periferia e universo acadêmico, a pesquisadora conversou com o Ecaderno e contou sua trajetória profissional e as dificuldades e resultados de seus trabalhos.

Você ingressou na faculdade com apenas 17 anos. Houve incertezas na hora de escolher qual carreira seguir?

Hoje eu sinto que não escolhi na realidade.

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Velhinhos & Nerds

Atualizado em 3 de dezembro | 12:28 PM

Apresentação da palestra “Velhinhos e Nerds”, realizada no Festival Internacional Cultura Digital.br, em 03/12/2011:

Velhinhos & Nerds

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Maldito.com

Atualizado em 11 de setembro | 7:06 PM

No século XX, eles deram o tom. Na pele de malditos, outsiders, alternativos ou marginais, mantiveram o nível do protesto e da insatisfação numa altura suficiente para que a arte moderna se sentisse confortavelmente crítica e desafinada do chamado coro dos contentes. Foram  dandies e flaneurs à la Baudelaire, foram  iconoclastas incediando museus e exibindo manifestos irascíveis, foram rebeldes sem causa nos anos dourados, foram yippies implodindo o “sistema” e hippies saltando fora do mesmo.

Na nossa história mais recente,  marcaram com fortes tintas o movimento tropicalista, a cultura alternativa dos anos 70 e, na década seguinte, encontraram sua expressão mais legítima no “rock com atitude” e no repertório raivoso do Rock Brasil.

Daí para frente, as perspectivas da maldição tornam-se mais e mais nebulosas. O quadro geral impresso pela lógica do consumo e dos fluxos globalizantes  leva a crer que os alternativos perderam o rumo ou, pelo menos, perderam de vista aqueles contra quem desafinar.

O primeiro desconcerto vem com a perda do valor crítico da “diferença”, maior bandeira e capital da cultura marginal. A difusão do consumo de massa traz como seqüela a visão da homogeneização como valor negativo e o desenvolvimento de estratégias de  diversificação em todos os níveis e sentidos da produção.

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