Collectives

Atualizado em 7 de maio | 12:40 PM

This article was originally written in Portuguese and published on this blog, having been kindly translated by the website Contramare.net. It was first published in English on http://www.contramare.net/site/en/collectives.


In the context of the wide dissemination of urban cultural production at the end of the 20th century, one surprising segment is the activity of artists’ collectives in various formats other than graffiti – the visual expression, considered the official one, of hip hop culture.

These collectives came into being at the end of the 1990′s and produce intervention work in the public space.

Rapidly, such interventions permeated by the motto “important is to act”, began to take on the political role of social whistle blowing displayed in the public space. At the same time, the works produced also address production structures, within the framework of the art circuit and market.

Collectives, increasing in geometrical proportions around Brazil, bring something of a novelty plus. Collectives are not configured by their members, but rather by actions, always acting in a context of public intervention. Collectives are not cooperatives, they are not groups, they do not have a fixed membership number, nor can they be characterized as artistic movements. Their forms of organization are independent and for each action, or group of actions, collectives seek sponsorship, offering courses, selling works or performing services like illustration, design, video etc.

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Entrevista para Revista do Parlamento Paulistano

Atualizado em 14 de abril | 11:47 AM

Entrevista original disponível em: http://www.camara.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=11032&Itemid=240

 

Quando a periferia começa a fazer saraus, ela se apropria de um formato criado por uma elite cultural e tradicionalmente associado a amenidades sociais, prosecco em bandeja e piano de cauda. Quem já foi a um sarau de periferia percebe que eventos deste tipo têm um significado forte para seus participantes, a ponto de vários sauzeiros cruzarem a cidade, de trem ou de ônibus, para participar de um deles. Além do mais, os saraus da periferia reúnem vários elementos que vão além do que a gente costuma chamar de “estético”: há contestação social, formação literária, discussão de problemas da comunidade… Afinal, qual é o significado de um sarau da periferia?

HB: Acho que os saraus sempre foram importantes, no séc. XIX por exemplo foi uma oportunidade importante para as mulheres sairem do espaço doméstico interno das casas e começarem a se socializar. Há estudos sobre isso. De qualquer forma os saraus são oportunidades de encontros e confrontos nada desprezíveis. Acho que a tradição do sarau conta essa história. No caso atual é uma oportunidade única de agregar uma comunidade em torno destímulo à criação e a literatura que é uma expressão vista como de elite por essas mesmas comunidades e se apropriar dela.

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Aula inaugural na Faculdade de Letras, 2014

Atualizado em 10 de março | 8:50 AM

A professora e coordenadora do PACC Heloisa Buarque de Hollanda realizou a Aula Inaugural do primeiro semestre de 2014 na Faculdade de Letras (Auditório G-2), no dia 20 de fevereiro. A Aula teve como tema “Pesquisas sonhadas alto: como formei um universo teórico para trabalhar com as margens do cânone”.

> Clique aqui para ler a aula inagural de Heloisa Buarque

 

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Palestra na Mostra Virei Viral 2013/2014

Atualizado em 6 de outubro | 11:37 AM


Heloisa Buarque de Hollanda, Personalidade 2013 do IAB-RJ

Atualizado em 9 de dezembro | 8:03 PM

O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ) realizou,  na última sexta (6/12), a festa anual dos arquitetos e a entrega de um dos mais importantes e tradicionais prêmios da arquitetura do país, a 51ª Premiação IAB-RJ, além do 30º Prêmio Arquiteto do Amanhã, Homenagem a Paulo Casé e Personalidade do Ano, concedida a Heloisa Buarque de Hollanda. Leia a seguir texto de Cêça Guimaraens, arquiteta e diretora de Cultura do Instituto de Arquitetos do Brasil.

 

Por Cêça Guimaraens*

Cidade grande, metropolitana e também pequena vila, travessas e becos, o Rio de Janeiro é vasto e multifacetado lugar onde a professora Heloisa Buarque de Hollanda explode paradigmas.

Os títulos convencionais e acadêmicos – desde o bacharelato em Letras Clássicas até o pós-doutorado no exterior – foram portas e plataformas para estudar e desmanchar mitos da literatura, cultura e gênero. Longe das reuniões nas ruas de antigos e bucólicos bairros, é no entardecer confortável dos pátios da Escola de Comunicação no campus da UFRJ na Urca onde Heloisa, hoje, ilumina, com múltiplos saberes as favelas do Rio de Janeiro.

Ao inscrever a cidade na lista dos seus amores, ela, carioca de alma e coração, contraria realidades e transforma os personagens e as ruas.

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