“Cultura da Periferia” alcança a TV

Atualizado em 26 de outubro | 12:20 AM

As vozes da periferia ganham força na televisão.

Assista à um trecho do programa “Cultura na Periferia”.

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Conexões entre periferia e web

Atualizado em 24 de outubro | 10:27 PM

Em entrevista ao jornal Destak, em 24/08/2011, Heloisa  fala sobre o poder da palavra na cibercultura, tema discutido com os seus convidados, Pierre Levy e Gilberto Gil, no Oi Cabeça.

“Os assuntos do momento são internet e periferia para Heloisa Buarque deHollanda.A partir desses objetos de estudo, a professora de 73 anos, sempre interessadaem estudar microtendênciasatuais, já criou dois projetos: o Universidade das Quebradas e o Polo Digital.

O último é um grupo que estuda novos conceitos sobre cultura digital, e oprimeiro pretende estabelecer trocas de conhecimento entre universidade e periferia.“Com o conhecimento só da periferia ou só da classe média, não vamos sair do lugar. A ideia é ensinar à periferia e aprender com ela. É produzir nova cultura através dela”, explica.

Heloisa ainda está à frente do Oi Cabeça, série de encontros gratuitos com intelectuais do Brasil e do mundo. Amanhã, às 19h30, Pierre Levy e Gilberto Gil discutem o poder da palavra na cibercultura, no Oi Futuro do Flamengo.”

Clique na imagem abaixo para ler a entrevista completa.

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Exposição Blooks | 2007

Atualizado em 19 de outubro | 10:00 AM

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Catálogo da Exposição

Blooks – blogs & books  não se enfrentam nessa exposição.

Indo na contra corrente daqueles que predizem apocaliticamente  o fim da livro e da criação literária diante do advento da internet, Blooks aposta no contrário.

Aposta na vitalidade da vida literária na web, na criação livre e interativa, na inédita expansão da palavra que salta do livro e se faz literatura na poesia visual,  na prosa híbrida que perpassa gêneros e fronteiras, nas novelas gráficas, nos podcasts, viodeocasts,  blogs, orkuts, emails.   A palavra contemplada, a palavra de ouvido, a palavra lida.

É assim a literatura encontrada na web. Uma literatura muitas vezes excessiva e desigual mas sempre a expressão de uma geração comprometida com a criação compartilhada, com a velocidade dos posts, com a visibilidade e com a expansão das fronteiras da palavra.

Não foi certamente por acaso que Humberto Eco anuncia a chegada do século da palavra, fechando de uma vez por todas o domínio da imagem que marcou o século XX.

Em Blooks, procuramos não apenas mapear as práticas  literárias como um conteúdo hospedado na internet, mas criar um ambiente que permita ao espectador navegar nas letras e no talento dos novos criadores em base digital.

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Exposição Gringo de Todas as Tribos | 2008

Atualizado em 15 de setembro | 11:35 AM

Gringo Cardia – 50 anos

Quem é Gringo Cardia

Designer, artista gráfico, cenógrafo, arquiteto, diretor de arte e diretor de videoclipes, teatro, opera e desfiles de moda, navegando com facilidade através dessas áreas.

Gringo Cardia é o precursor da multimídia no fazer artístico, tendo desde o início da carreira utilizado diversas linguagens e tecnologia na realização de seus trabalhos.

Eclético, sua produção vai de capa de disco a desfile de moda; do cenário para ópera a eventos como os prêmios Hutuz da CUFA e do AfroRegaae. Dirigiu mais de quarenta vídeo clipes dos principais cantores da MPB e ainda o novo DVD – da artista Xuxa,´´Xuxa Festa´´, todos feitos em animações gráficas; trabalha como cenógrafo e artista gráfico para a Joalheria H Stern em Nova York  e Rio de Janeiro; responsável pela criação do design e cenografia da Exposição Amazônia.Brasil (2002) e Estética da Periferia (2005); além de ser o responsável pela criação da cenografia da Cia de Dança Deborah Colker , dentre centenas de outras realizações. Foi responsável pela criação do design e cenografia da Exposição Amazônia.Brasil, 6.000 m2 no Sesc Pompéia, São Paulo, em 2002, e Rio de Janeiro 2004 e em Paris no “Palais de La decouvert” em 2005.

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Exposição Estética da Periferia | 2005 e 2007

Atualizado em 15 de setembro | 9:44 AM

_Exposição Estética da Periferia Recife | 2007

 

Há alguns dias, o jornal londrino Times abria uma página elogiosa e dava cinco estrelas para o Show da Banda Afro Reggae que acontecera na véspera, platéia lotada, no Barbicon Center. Isso é uma pequena mostra da qualidade e do poder de difusão da estética da periferia hoje no Brasil.

O que é importante observar é que isso acontece num cenário internacional, onde  fala-se da ameaça da  “humanidade excedente” ou de uma favelização progressiva em nível global. O  relatório da Unesco Habitat demonstra que a equação excesso de população + desemprego aponta para um crescimento da população favelada mundial na proporção de  25.000.000 de pessoas por ano, desenhando um  perfil dramático de desigualdade nas nações periféricas.

Paradoxalmente, ao lado desses números inquietantes, é a cultura da periferia e seu poder de resistência e criatividade artística que vem se firmando como a grande novidade que vai marcar a cultura do século XXI.

Seja o traço forte do grafite, expressão afirmativa de arte pública, seja a música, potencializando seu poder de ligação entre o asfalto e a favela, o rap com a levada poderosa da poesia de denúncia, a vitalidade do funk  investindo no saber da festa como fator  agregador de diferenças, ou a moda, a arquitetura e o design trazendo novas soluções  para o mercado tradicional de cultura.

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