Tendências e impasses | download

Atualizado em 15 de setembro | 10:56 PM

O que permitiu a consolidação do pensamento feminista num momento em que se apregoam o fim da ideologia e a ineficácia das contestações? O discurso das mulheres tem despontado, cada vez mais, como uma força no campo acadêmico e impõe-se como tendência teórica inovadora e de forte potencial crítico e político.

Os ensaios reunidos por Heloisa Buarque de Hollanda em Tendências e impasses mostram um largo espectro de produção crítica das mulheres e fornecem uma trilha segura para a compreensão das questões feministas contemporâneas.

 

Tendências e impasses. O feminismo como crítica da cultura (Rocco, 1994)
Heloisa Buarque de Hollanda (org. e introdução)

ISBN: 85-32504-77-9
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 288

> Clique aqui para fazer o download

Pós-Modernismo e política | download

Atualizado em 26 de agosto | 3:32 PM

livro_posmodernismo

Introdução

É raro uma expressão causar tanto desconforto quanto o termo pós-moderno.  Partindo do senso comum, é quase impossível escapar da marca antagonizante e pessimista que define este momento como o “fim da ideologia”, “cultura do consumo”, “amnésia histórica” ou apenas mais uma moda a esta altura já ultrapassada.  Entre essas indagações, impõe-se, como inevitável, a pergunta sobre o seu caráter de mistificação ou mesmo sobre a existência ou não de um pós-modernismo.  Na Europa,  o debate, ironizado como a polêmica entre Frankfurters e French Fries, polariza-se entre as correntes alemã e francesa em suas versões mais extremadas, tendo como representantes Jürgen Habermas e François Lyotard.  A primeira, empenhada no resgate do poder emancipatório da razão iluminista, identifica os pressupostos pós-modernos com a emergência de tendências políticas e culturais neoconservadoras.  A segunda, determinada na valorização da “condição pós-moderna”, avalia com otimismo o declínio do prestígio das narrativas mestras,  como o marxismo e o liberalismo, e a liquidação dos traços iluministas do projeto moderno.  Nos Estados Unidos, essa discussão se expande de forma contundente e pragmática evidenciando uma consonância sintomática com os questionamentos, cada vez mais recorrentes, acerca da estabilidade do poderio americano e com a estratégia de disseminação de um novo aparato cultural, o “sistema pós-moderno”, veículo de novas formas de hegemonia cultural e política.

Continue lendo »

ENTER | Antologia Digital

Atualizado em 26 de agosto | 3:41 PM

 

Enter – Antologia Digital reúne poetas, prosadores, músicos, cordelistas e quadrinistas que mantêm a relação com a palavra na web.

ENTER – Antologia Digital

Em teclados de computadores, a tecla ENTER leva um comando, ou uma a linha de comandos, a operar sua função default. Ou seja, ENTER dá início a um processo, equivalendo assim a um OK. No design de alguns teclados, a tecla ENTER aparece como RETURN, com uma seta apontando para baixo e para a esquerda, e geralmente exerce a mesma função de ENTER. Em alguns programas, trabalha como um comando de cursor, servindo para mudar de linha ou abrir um novo parágrafo.  Apesar de pequenas variações, dependendo da configuração de diferentes sistemas operacionais, programas e comandos, ENTER, invariavelmente, cumpre a função de levar seu usuário a uma nova lógica / linguagem / espaço, ou mesmo, simplesmente, a um novo parágrafo. É uma tecla usada também em calculadoras, caixas eletrônicas, leitores de cartão de crédito e games. Como expressão, ENTER, foi usada como titulo de CDs (como nos álbuns Within Temptation de 1997 e Russian Circles de 2006) e como nome de inúmeras revistas de informática nos USA, Finlândia, Polônia, Croácia e Macedônia. Foi usada também numa excepcional coreografia de Carmen Luz para a Cia Étnica de Dança, que traz para a linguagem do corpo todas as possíveis significações inaugurais de ENTER.

Continue lendo »

Otra línea de fuego – Quince poetas brasileñas ultracontemporáneas

Atualizado em 26 de agosto | 3:37 PM

Otra Línea de Fuego – Quince poetas brasileñas ultracontemporáneas (Selo Maremoto, Málaga (ES), edição bilíngüe, 2009)

Heloisa Buarque de Hollanda (org.) e Teresa Arijón (tradução)

As poetas estão separadas por cores, de acordo com a idade.

Amarelo: Alice Ruiz, Ana Cristina Cesar, Camila do Valle, Izabela Leal e Virna Teixeira.

Verde: Ángela Melim, Angélica Freitas, Cláudia Roquette-Pinto, Juliana Krapp e Lu Menezes.

Azul: Alice Sant’Anna, Ana Guadalupe, Bruna Beber, Daniela Storto e Marília Garcia.

 

> Leia sobre a antologia aqui

Continue lendo »

Cultura em Trânsito: Da Repressão à Abertura

Atualizado em 26 de agosto | 3:28 PM

Com exceção do artigo de Elio Gaspari, escrito exclusivamente para abrir o livro, Cultura em Trânsito é uma coletânea de artigos escritos por Zuenir Ventura e Heloisa Buarque de Hollanda, publicados em jornais e revistas entre 1968 e 1985, que reconstroem o panorama cultural e político do momento da transição democrática no país.

A edição em livro desses textos, escritos no “calor da hora”, por dois intelectuais conhecidos por sua atuação no período, é um importante documento de referência da história e da cultura brasileira recente.

Autores – Dados Biográficos
Professora titular da Escola de Comunicação da UFRJ, editora e crítica literária, Heloisa Buarque de Hollanda atuou também no jornalismo, cinema, rádio e TV. É autora de vários livros entre eles: Impressões de viagem: CPC, vanguarda e desbunde; Cultura e participação dos anos 60; Patrulhas ideológicas; Pós-modernismo e política; O feminismo como crítica da cultura, e organizadora das antologias 26 poetas hojeEsses poetas: uma antologia dos anos 90.

Jornalista e professor universitário há mais de 40 anos, Zuenir Ventura trabalhou como repórter, redator e editor em vários jornais cariocas, tendo sido chefe da sucursal-Rio das revistas Visão, Veja, IstoÉ. Em 1989, ganhou o prêmio Esso de Reportagem e o prêmio Wladimir Herzog de Jornalismo com a série O Acre de Chico Mendes.

Continue lendo »