Próximos 500

Atualizado em 15 de setembro | 11:05 PM

O livro é composto de quinze artigos que especulam sobre o Brasil do futuro sem cair no feitiço da futurologia. Respondem a perguntas feitas com dose proposital de exagero quinze ilustres brasileiros, quase todos vinculados à vida acadêmica.

“Professores, intelectuais e artistas, como Jurandir Freire Costa, Maria Rita Kehl, Heloisa Buarque de Hollanda, Cláudio Moura Castro, Cacá Diegues, Francisco de Oliveira e Paulo Lins procuram responder a algumas questões que se colocam para o Brasil a partir dos debates em torno do ano 2000 e dos 500 anos do descobrimento. As relações entre homens e mulheres, tecnologia, a Amazônia e o meio ambiente, o Estado, as religiões e a questão racial são alguns dos temas colocados, assim como o futuro da História e do País.” (Estado de Minas, 11/11/2001)

Próximos 500 – as perguntas que o Brasil vai ter que responder (Aeroplano, 2000)
Paulo Roberto Pires e Flavio Pinheiro (orgs.)

ISBN: 85-86579-13-0
Formato: 13 x 18 cm
Número de páginas: 140

 

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Ana Cristina César – Correspondência incompleta

Atualizado em 15 de setembro | 10:52 PM

“Cartas e biografias são mais arrepiantes do que a literatura”, diz Ana Cristina César numa das cartas que compõem o conjunto desta correspondência entre a poeta e suas melhores amigas. Entre fotos, cartões postais e originais, o leitor vai encontrar um pouco do cotidiano e da intimidade de Ana Cristina, uma das figuras mais prestigiadas da literatura dos anos 70, cuja morte precoce ainda causa impacto nas novas gerações.

 

Ana Cristina César – Correspondência incompleta (Aeroplano, 1999)
Armando Freitas Filho e Heloisa Buarque de Hollanda (orgs.)

ISBN: 85-86579-06-8
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 280

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Seduzidos pela memória

Atualizado em 15 de setembro | 11:02 PM

Os ensaios reunidos neste livro apontam o surpreendente nascimento de uma cultura e de uma política da memória e sua expansão global a partir da queda do Muro de Berlim, do fim das ditaduras latino-americanas e do “apartheid” na África do Sul.

Observando as transformações de Berlim, Huyssen explora as construções de cenários urbanos, espaços virtuais e os novos sentidos da memória histórica. Juntos, estes ensaios sugerem que o imaginário urbano e as memórias traumáticas têm um papel-chave na atual transformação na nossa experiência de espaço e tempo e nos conduzem muito além do legado da modernidade e do colonialismo.

Seduzidos pela memória: arquitetura, monumentos, mídia (Aeroplano, 2000)
Andreas Huyssen

ISBN: 85-86579-15-7
Formato: 12 x 21 cm
Número de páginas: 120

 

Seduzidos pela memória, de Andreas Huyssen é uma demonstração da importância que tem hoje a perspectiva ‘autoral’ que algumas de nossas editoras vêm assumindo. O livro foi feito a partir de uma seleção de quatro ensaios especialmente escolhidos para compô-lo, resultando em um volume que não apenas apresenta o melhor da mais recente produção de Huyssen,dando conta do debate que domina a cena acadêmica preocupada com a crítica da cultura, como traz ao leitor brasileiro uma reflexão em tudo pertinente em uma sociedade como a nossa, marcada pela vivência pós-ditadura e pelo dilema entre memória e esquecimento”. 

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Cultura e participação nos anos 60

Atualizado em 15 de setembro | 11:11 PM

Prólogo

…Houve um tempo, diz-nos Roberto Schwarz, em que o país  estava  irreconhecivelmente inteligente.  “Política externa independente”,  “reformas estruturais”, “libertação nacional”, “combate ao imperialismo e ao latifúndio”: um novo vocabulário – inegavelmente avançado para uma sociedade marcada pelo autoritarismo  e  pelo  fantasma da imaturidade de seu povo – ganhava a cena, expressando um momento de intensa   movimentação   na    vida brasileira.

Nas grandes cidades, o movimento operário que crescia desde os anos iniciais da década de  50 levava adiante um vigoroso processo de lutas, expelindo velhos pelegos do Estado Novo e fortalecendo seus mecanismos de reivindicação econômica e pressão política. Articulando-se  em pactos sindicais,os trabalhadores urbanos pareciam dispostos a unificar suas forças.  Novas organizações como a PUA e o CGT se afirmavam, provocando a desconfiança dos que temiam pelo rompimento dos limites institucionais da negociação salarial.

No campo, o movimento das Ligas Camponesas avançava,notadamente nos estados de  Pernambuco e da Paraíba,alcançando repercussão por todo o país.  Ampliava-se a sindicalização rural, e era criada em dezembro de 1963 a Confederação Nacional dos trabalhadores Agrícolas.  O debate político nacional via brilhar um velho tabu: a Reforma Agrária.

Também a classe média urbana, ainda que dividida pelo temor da subversão e da instabilidade econômica, comparecia com amplos setores ao movimento social.

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Relações de gênero e diversidades culturais nas Américas

Atualizado em 15 de setembro | 11:09 PM

Relações de gênero e diversidades culturais nas Américas (Expressão e Cultura, 1999)

Heloísa Buarque de Holanda e Maria Helena Rolim Capelato (orgs.)

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