Exposição H2O | O futuro das águas | 2008

Atualizado em 29 de outubro | 11:46 AM

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Aeroplano Editora

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H2O – Futuro das Águas

Realizado a partir de uma iniciativa do SESC RIO, o evento cultural concebido, produzido e coordenado pelo Instituto Contemporâneo de Projetos e Pesquisa – O Instituto – foi composto por uma exposição multimídia e um seminário que abordaram a importância da água para a vida no planeta, focando, especificamente, as questões ambientais e políticas que envolvem a questão no Brasil.

Imprensa

Comunicante

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Sesc Rio expõe ‘H2O: o futuro das águas’

Para chamar a atenção para a crise de água, o Sesc Rio realiza a exposição H2O: o futuro das águas. A Mostra ficará aberta ao público até o dia 22 de março, no Arte Sesc, localizado à Rua Marquês de Abrantes, 99, no Rio de Janeiro. A exposição é, ao mesmo tempo, informativa e sensorial e explora as diversas formas em que a água está presente em nossas vidas. Nos cinco ambientes escuros, a mostra propõe ao visitante um mergulho no elemento
água.

Por meio de fotografias, mapas, cenários tridimensionais, vídeos, projeções de slides, textos e da intervenção Zona de Lançamento da artista plástica Marta Jourdan, cada módulo vai ampliar o entendimento da origem e natureza da água, suas propriedades e recursos, sua relevância para a existência e continuidade da vida, além das perspectivas e riscos relativos aos recursos hídricos no Brasil hoje.

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Exposição Blooks | 2007

Atualizado em 19 de outubro | 10:00 AM

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Catálogo da Exposição

Blooks – blogs & books  não se enfrentam nessa exposição.

Indo na contra corrente daqueles que predizem apocaliticamente  o fim da livro e da criação literária diante do advento da internet, Blooks aposta no contrário.

Aposta na vitalidade da vida literária na web, na criação livre e interativa, na inédita expansão da palavra que salta do livro e se faz literatura na poesia visual,  na prosa híbrida que perpassa gêneros e fronteiras, nas novelas gráficas, nos podcasts, viodeocasts,  blogs, orkuts, emails.   A palavra contemplada, a palavra de ouvido, a palavra lida.

É assim a literatura encontrada na web. Uma literatura muitas vezes excessiva e desigual mas sempre a expressão de uma geração comprometida com a criação compartilhada, com a velocidade dos posts, com a visibilidade e com a expansão das fronteiras da palavra.

Não foi certamente por acaso que Humberto Eco anuncia a chegada do século da palavra, fechando de uma vez por todas o domínio da imagem que marcou o século XX.

Em Blooks, procuramos não apenas mapear as práticas  literárias como um conteúdo hospedado na internet, mas criar um ambiente que permita ao espectador navegar nas letras e no talento dos novos criadores em base digital.

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Exposição Gringo de Todas as Tribos | 2008

Atualizado em 15 de setembro | 11:35 AM

Gringo Cardia – 50 anos

Quem é Gringo Cardia

Designer, artista gráfico, cenógrafo, arquiteto, diretor de arte e diretor de videoclipes, teatro, opera e desfiles de moda, navegando com facilidade através dessas áreas.

Gringo Cardia é o precursor da multimídia no fazer artístico, tendo desde o início da carreira utilizado diversas linguagens e tecnologia na realização de seus trabalhos.

Eclético, sua produção vai de capa de disco a desfile de moda; do cenário para ópera a eventos como os prêmios Hutuz da CUFA e do AfroRegaae. Dirigiu mais de quarenta vídeo clipes dos principais cantores da MPB e ainda o novo DVD – da artista Xuxa,´´Xuxa Festa´´, todos feitos em animações gráficas; trabalha como cenógrafo e artista gráfico para a Joalheria H Stern em Nova York  e Rio de Janeiro; responsável pela criação do design e cenografia da Exposição Amazônia.Brasil (2002) e Estética da Periferia (2005); além de ser o responsável pela criação da cenografia da Cia de Dança Deborah Colker , dentre centenas de outras realizações. Foi responsável pela criação do design e cenografia da Exposição Amazônia.Brasil, 6.000 m2 no Sesc Pompéia, São Paulo, em 2002, e Rio de Janeiro 2004 e em Paris no “Palais de La decouvert” em 2005.

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Exposição Estética da Periferia | 2005 e 2007

Atualizado em 15 de setembro | 9:44 AM

_Exposição Estética da Periferia Recife | 2007

 

Há alguns dias, o jornal londrino Times abria uma página elogiosa e dava cinco estrelas para o Show da Banda Afro Reggae que acontecera na véspera, platéia lotada, no Barbicon Center. Isso é uma pequena mostra da qualidade e do poder de difusão da estética da periferia hoje no Brasil.

O que é importante observar é que isso acontece num cenário internacional, onde  fala-se da ameaça da  “humanidade excedente” ou de uma favelização progressiva em nível global. O  relatório da Unesco Habitat demonstra que a equação excesso de população + desemprego aponta para um crescimento da população favelada mundial na proporção de  25.000.000 de pessoas por ano, desenhando um  perfil dramático de desigualdade nas nações periféricas.

Paradoxalmente, ao lado desses números inquietantes, é a cultura da periferia e seu poder de resistência e criatividade artística que vem se firmando como a grande novidade que vai marcar a cultura do século XXI.

Seja o traço forte do grafite, expressão afirmativa de arte pública, seja a música, potencializando seu poder de ligação entre o asfalto e a favela, o rap com a levada poderosa da poesia de denúncia, a vitalidade do funk  investindo no saber da festa como fator  agregador de diferenças, ou a moda, a arquitetura e o design trazendo novas soluções  para o mercado tradicional de cultura.

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Exposição Vento Forte

Atualizado em 15 de setembro | 7:33 PM

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Apresentação

Vento Forte para Papagaio Subir, texto de Zé Celso Martinez Correa  e direção de Amir Haddad , foi a primeira montagem do grupo Oficina. Isso foi no dia 28 de outubro de 1958, há 50 anos.

Eu sentia e sabia que não poderia deixar de fazer alguma coisa sobre o Oficina nesse momento. Pensei numa exposição que registrasse o impacto da obra de José Celso que, durante esses 50 anos, vem criando e recriando a cultura brasileira.

Daí surge a primeira ansiedade: que exposição pode ser essa, para mim, tão importante quanto ameaçadora? Como falar de Zé Celso, do Oficina?  Como representar, com um mínimo de eficácia, esses ventos fortes que sopram em moto continuo durante meio século?

Havia coisa demais a ser dita. Montagens que revolucionaram o universo cultural do país.  Caminhos agitados que falam de  grandes montagens, sucessos, polêmicas,invasões, incêndios,  prisões, lutas violentas por território. O grupo Oficina que já foi Cia de Teatro Oficina, Oficina Samba, 5º Tempo , Teatro Oficina Uzyna-Uzona. Foram várias etapas, várias histórias. Nunca, passando em branco. Brigando sempre pela experimentação radical que desestrutura, transforma, que se  mistura com a rua, com a multidão.  Laboratório de mergulho nas origens,  que impõe o desejo como instrumento de criação, o corpo e a dança como  funcionalidades primeiras.

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