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	<title>Heloisa Buarque de Hollanda</title>
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	<description>Site Oficial de Heloisa Buarque de Hollanda</description>
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		<title>Black2Black</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 20:34:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O festival Black2Black realizou uma Conferência sobre Criatividade, no dia 28 de agosto, com a participação de Heloisa Buarque de Hollanda, Vik Muniz, Zola e Dave Stewart. A mesa, que tratava de criação e inventividade, foi surpreendida ao final com uma intervenção musical de Dave Stewart, Ann Marie Calhoun, Nadirah X, Judith Hill e Zola. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O festival Black2Black realizou uma Conferência sobre Criatividade, no dia 28 de agosto, com a participação de Heloisa Buarque de Hollanda, Vik Muniz, Zola e Dave Stewart. A mesa, que tratava de criação e inventividade, foi surpreendida ao final com uma intervenção musical de Dave Stewart, Ann Marie Calhoun, Nadirah X, Judith Hill e Zola. O vídeo da apresentação inesperada pode ser visto .<a href="http://www.youtube.com/watch?v=RShLxODsWiU">clicando aqui</a>.<br />
O <a href="http://www.back2blackfestival.com.br/blog/2010/08/conferencia-sobre-criatividade-voa-alto-no-sabado-de-back2black/"> blog do Festival </a> também fez uma cobertura do evento.</p>
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		<title>21ª Bienal Internacional do Livro</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 22:01:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloisa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Heloisa Buarque de Hollanda participou essa semana da 21ª Bienal Internacional do Livro, em São Paulo, falando sobre experiências webliterárias e o futuro da cartografia literária. A professora dividiu mesa com Edson Cruz, poeta e escritor, além dos blogueiros Nelson de Oliveira, Michelini Verunschk e Andrea del Fuego. 
O site Sesc Na Bienal registrou o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Heloisa Buarque de Hollanda participou essa semana da 21ª Bienal Internacional do Livro, em São Paulo, falando sobre experiências webliterárias e o futuro da cartografia literária. A professora dividiu mesa com Edson Cruz, poeta e escritor, além dos blogueiros Nelson de Oliveira, Michelini Verunschk e Andrea del Fuego. </p>
<p>O site Sesc Na Bienal registrou o bate-papo, que pode ser assistido <a href="http://www.mostrasescdeartes.com.br/leiaeconte/sesc-na-bienal">clicando aqui</a></p>
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		<title>Armando Freitas Filho</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 19:47:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloisa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Armando Freitas Filho ganha primeira antologia, organizada por Heloísa Buarque de Hollanda
Severino Francisco
“Medalha no seu peito/E no meu o coração”, escreveu o poeta carioca Armando Freitas Filho, no livro Duplo cego, desconfiado de condecorações. Ele conquistou, ao longo de 55 anos de atividade poética, um grupo seleto de leitores, que inclui Antonio Cândido, Ferreira Gullar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Armando Freitas Filho ganha primeira antologia, organizada por Heloísa Buarque de Hollanda</p>
<p>Severino Francisco</p>
<p>“Medalha no seu peito/E no meu o coração”, escreveu o poeta carioca Armando Freitas Filho, no livro Duplo cego, desconfiado de condecorações. Ele conquistou, ao longo de 55 anos de atividade poética, um grupo seleto de leitores, que inclui Antonio Cândido, Ferreira Gullar, José Miguel Wisnik, Silviano Santiago, João Moreira Salles e Walter Carvalho, entre outros. É reconhecido na condição de um dos melhores poetas brasileiros.</p>
<p>Armando torce pelo Fluminense e gosta de caminhar na praia &#8211; (Alex Sant&#8217;anna/Divulgação)<br />
Armando torce pelo Fluminense e gosta de caminhar na praia<br />
E, agora, aos 70 anos de idade, Armando vive um instante de consagração, com o lançamento de sua primeira antologia, organizada pela professora Heloísa Buarque de Hollanda (Global Editora): “A poesia de Carlos Drummond já foi difícil, mas hoje é mais fácil. Espero que a minha também esteja nesta fase, sem afrouxar a tensão”, comenta o poeta. Armando é tema de dois documentários recentes: Fio terra, de João Moreira Salles, e Manter a linha da cordilheira sem o desmaio da planície, de Walter Carvalho, ainda em fase de finalização. Essa antologia tem o mérito de iluminar a poesia de Armando, mostrando que ele nada tem de um poeta esotérico, sempre expõe a sua verdadeira vida: “Escrevo a minha vida./E o que sai do meu sonho/ou do meu punho/vem pela mesma veia/em dicção urgente.”</p>
<p>Aos 15 anos, para estupefação de sua família, ele decidiu que seria poeta. Quando começou, Carlos Drummond de Andrade, João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira estavam no ápice de suas carreiras. Mas logo surgia o movimento da poesia concretista decretando que o ciclo histórico do verso estava encerrado. Armando discordou, batizou o seu primeiro livro de Palavra e submeteu os originais a Manuel Bandeira, que apresentou o seguinte veredicto: “Interessantíssimo”.</p>
<p>Mas argumentou que um poeta jovem poderia ser melhor apreciado por alguém de sua idade e sugeriu dois nomes: Ferreira Gullar e José Guilherme Merquior. Armando repassou os originais a Merquior, que ficou entusiasmado e ligou para Fernando Sabino, então dono da Editora do Autor, perguntando se não teria algumas sobras de papel, pois era preciso editar um poeta jovem muito bom. Assim, Armando publicou o seu primeiro livro, no qual se pode notar a dupla influência de João Cabral (na arquitetura rigorosa do poema) e de Drummond (na carga existencial de uma poesia colada no corpo, colada na vida): “Engenho de febre/sono e lembrança/que arma/e desarma minha morte/em armadura de treva.”</p>
<p>Armando é imbuído do sentimento do mundo e travou um intenso diálogo com os principais movimentos da poesia brasileira contemporânea. Com a poesia marginal, ele partilhava a reivindicação do corpo, mas discordava de Torquato Neto quando o líder daquela geração dizia que não se faz poesia com versos e o que interessava era o risco da vida. Para Armando, a poesia se faz com o verso, com a técnica e o coração: “Escrever é uma pedreira/(…) Escrever é uma pedraria”.</p>
<p>Em 2003, Armando reuniu toda a sua produção até aquele momento sob o título Máquina de escrever. E, de fato, o título é apropriado, pois ele publicou 14 livros, sendo que três deles ganharam o Prêmio Jabuti: 3&#215;4 (1986), Máquina de escrever (2003) e Raro mar (2007). O interessante é que, à medida que envelhecem, os poetas costumam vestir o fardão do academicismo, mas Armando continua produzindo uma poesia de alta qualidade, tensa e angustiada, em dramática contagem regressiva contra a presença da morte: “Sou tomado por esta força, mas não há virtude alguma em minha inquietação”, comenta Armando. “Não tenho cadeiras que não sejam de prego.”</p>
<p>ARMANDO FREITAS FILHO Seleção de Heloísa Buarque de Hollanda. Global Editora. 181 páginas, R$ 29 &#8211; (Global Editora e Distribuidora/ Reprodução)<br />
ARMANDO FREITAS FILHO Seleção de Heloísa Buarque de Hollanda. Global Editora. 181 páginas, R$ 29<br />
É um carioca da gema, que torce pelo Fluminense, gosta de caminhar, de praia e da beleza feminina: “Disparando dois tiros súbitos/Detrás dos óculos escuros:/Ela mata com os olhos”. Ele foi campeão de futebol de praia nos tempos em que era jovem e frequentava muito o Maracanã: “Agora não vou mais porque eu já briguei de rolar na arquibancada, pois não aguento ver coisa errada. Quando vejo ciclista de capacete tomando o espaço dos carrinhos de bebê nas calçadas, eu chamo o sujeito de pré-lógico. Se eu chamar de burro, ele se zanga”. Mas, ao mesmo tempo, é meio dostoievskiano, meio russo, em plena paisagem solar escancarada do Rio de Janeiro, cidade que ele considera meio assaltante, pois a beleza ou a bala perdida podem entrar pela janela sem pedir licença. A morte da amiga e poetisa Ana Cristina Cesar, que pulou de um prédio, é um dos acontecimentos que abalaram a sua vida. E até hoje ele sente como se ela continuasse caindo: “Você não para de cair/ fugindo/ por entre os dedos de todos:/água de mina,/ resvalando pelas pedras/ Nunca/nenhum poema acaba,/a não ser com um tranco/com um corte brusco/ de luz”.</p>
<p>Mas Armando é também um poeta solar, da vida e do vigor. O nascimento do seu filho Carlos, nome dado em homenagem ao poeta Carlos Drummond, foi um acontecimento que bateu na sua vida e em sua poesia.</p>
<p>E quem são os maiores poetas vivos do Brasil para Armando? “Carlos Drummond, João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira.”, responde o poeta, que presta uma reverência muito singular, pois os considera inimigos poderosos a serem enfrentados. Armando introduziu na poesia brasileira uma dicção nervosa, ríspida e urgente, em corpo a corpo dramático com a metrópole: “Cada dia é uma bala de roleta-russa”.</p>
<p>Quatro perguntas para Armando Freitas Filho<br />
&#8220;Parece que a minha poesia ficou fácil&#8221;</p>
<p>Você não é um poeta fácil, mas a sua poesia começa a ser reconhecida, apesar das dificuldades. Quais os efeitos que este reconhecimento está produzindo?</p>
<p>O que me espanta é o reconhecimento, pois, de uma maneira geral, toda a poesia é difícil. A poesia contemporânea é um objeto complexo. A minha está entre as mais difíceis. O fato de ser difícil tem dois gumes: um é que te deixa muito só e outro que quando corta te deixa alegre. O que mais me chama a atenção é que muitas editoras de ensino médio têm pedido poemas para publicar em coletâneas dirigidas a alunos do ensino médio. A poesia de Carlos Drummond já foi difícil, mas hoje se tornou fácil.</p>
<p>Quando eu era adolescente, ganhei um disco de vinil. Do lado A tinha Manuel Bandeira, que naquela época era o poeta consagrado com justiça, e do lado B havia Carlos Drummond de Andrade, que era considerado difícil, encrencado. Espero ter chegado a uma fase fácil e posso garantir que não afrouxei a mão.</p>
<p>O que estou produzindo agora?</p>
<p>O meu último livro Lar teve muita mídia. A gente se engana com o que escreve. Eu achava que era um lar fechado, mas acabou sendo o livro mais aberto. Houve uma adesão espontânea, as pessoas me param na rua e dizem que aquele livro que você fala de sua casa é muito bom, parece romance russo. São revelações que me espantam. Puxar pela memória não tem fim claro, até pensei em fazer Lar em dois volumes. Continuei a trabalhar neles, já tenho mais de 20 que seguem o mesma linha, a que dei o subtítulo de Suíte. Esses poemas não tiveram tempo de se aprontar para o Lar. E estou nessa memória que não acaba. A segunda parte do livro tem também uma influência ou uma sobra de um dos motivos de lar, que são os quartos escuros, a noite. Dei um título de Noturnos e já tem uns quatorze poemas. A noite cada vez chega mais perto de mim. Cada vez a gente fica mais longe do sol. Se não é uma fase alegre, tem sido profícua. Há muita coisa que a gente só enxerga quando entra neste socavão escuro. Não é um avesso, é um lado real que existe no corpo, esse confinamento até o confinamento final.</p>
<p>Parece que, apesar de todo o reconhecimento, você não se tornou um poeta acadêmica por causa da pressão da morte. Até que ponto essa impressão é verdadeira?</p>
<p>Confirmo, estou tomado por uma esta força. É uma força do negror, é um sol de Goeldi, o grande gravador. Mas, esta inquietação não vem de nenhuma virtude pessoal. Vem de uma hipocondria, não me bato para não ser acadêmico, não tenho cadeiras que não sejam de prego. Não tenho cama calma, a minha cama é sempre furiosa, não sou uma pessoa acomodada em meu corpo. Me sinto em uma pele errada sempre. Não estou contando vantagem, eu sou assim. É como se estivesse sempre alguma coisa beliscando, passo um scaner sobre o próprio corpo para ver o que está bom. Faço ginástica desde 1982 religiosamente. Eu digo que escrever é rezar com raiva, eu ando seis quilômetros na rua, gosto de ver a paisagem e as pessoas. Eu fiz uma promessa de não brigar mais na rua. Eu brigo quando vejo chofer de ônibus saindo aos arrancos com o passageiro. Meu filho pediu, por favor não faça mais isso. Mas há coisas que me deixam indignado. É o caso de ciclista que anda na calçada, veste capacete, luva e disputa espaço com carrinho de bebê ou gente de idade avançada. Eu chamo de pré-lógico. Se chamar de burro, o sujeito fica zangado. Há um lado de humor, adoro ver a cara de espanto, não sabe se de zanga ou de riso.</p>
<p>E qual a sua relação com o futebol?</p>
<p>Fui campeão de futebol de praia, na minha extrema juventude. Tenho um poema em que falo disso, da alegria de jogar futebol na praia, com o mar perto, a briga pela bola, o chute de areia na cara do goleiro e depois de tudo o banho no mar. É uma coisa muito do Rio de Janeiro. Vejo os jogos do Brasil, vejo com relativa calma. Se o Brasil perde, perdemos todos. Agora, se o Fluminense perdeu, sou eu que perco. Não posso sair na rua porque o jornaleiro é amigo e vascaíno. Ele fica me esperando passar. Tenho de bater boca a cada 300 metros porque porque sou falador, não guio carro, ando a pé da Urca até Botafogo e cruzo com vascaínos, botafoguenses e os horrendos rubronegros, nossos inimigos históricos. Eu ia muito ao Maracanã, mas agora não vou mais não porque brigo muito. Já briguei de rolar na arquibancada. Mas, depois que começei a usar óculos permanentes deixei de brigar, pois se alguém me tira os óculos não enxergo nada. O tempo passou veloz. Eu sou um idoso. Sou uma das poucas pessoas que conheceu Carlos Drummond de Andrade.</p>
<p>TRECHOS DE POEMAS DE ARMANDO FREITAS FILHO</p>
<p>Para Carlos (o filho do poeta)</p>
<p>Você é todo coração, extremo.<br />
Ultrassonográfico e estremecido<br />
A 155 p/minuto<br />
E daqui para frente, bate até o fim.<br />
No início, indiviso, profissional<br />
Somente por si mesmo<br />
Sem tempo de devaneio<br />
No meio da estática, da tempestade<br />
De outro corpo<br />
Que o guarda agora, coeso<br />
E que depois o expulsará<br />
Quando você quiser fugir</p>
<p>Curto, puro, urgente</p>
<p>Quieta. Isto aqui<br />
É cego, surdo, mudo.<br />
Só come<br />
Tiro no escuro<br />
Anônimo.<br />
Cada corpo é um beco<br />
Sem n, saída, perdido:<br />
Não vai dar em lugar nenhum.</p>
<p>Caçar em vão</p>
<p>Às vezes escreve-se a cavalo<br />
Arremetendo, com toda a carga.<br />
Saltando obstáculos ou não.<br />
Atropelando tudo, passando<br />
por cima sem puxar o freio —<br />
a galope — no susto, disparado<br />
sobre as pedras, for a da margem<br />
feito de patas, sem cabeça]<br />
nem tempo de ler no pensamento<br />
o que corre ou o que empaca:<br />
sem ter a calma e o cálculo<br />
de quem colhe e cata feijão.</p>
<p><a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/08/04/diversaoearte,i=205902/ARMANDO+FREITAS+FILHO+GANHA+PRIMEIRA+ANTOLOGIA+ORGANIZADA+POR+HELOISA+BUARQUE+DE+HOLLANDA.shtml"> Correio Braziliense Publicação: 04/08/2010 07:00 </a></p>
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		<title>Livros para download</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 01:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloisa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Já estão disponíveis no site os livros &#8220;Tendências e Impasses&#8221;, &#8220;Impressões de Viagem&#8221; e &#8220;Pós-Modernismo e Política&#8221;, de Heloisa Buarque de Hollanda. Para baixá-los, basta clicar nos links seguintes, ou seguir para a seção Livros- Download.
Impressões de Viagem
Pós-Modernismo e Política
Tendências e Impasses
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Já estão disponíveis no site os livros &#8220;Tendências e Impasses&#8221;, &#8220;Impressões de Viagem&#8221; e &#8220;Pós-Modernismo e Política&#8221;, de Heloisa Buarque de Hollanda. Para baixá-los, basta clicar nos links seguintes, ou seguir para a seção Livros- Download.</p>
<p><a href="http://issuu.com/heloisabuarquedehollanda/docs/impress__es_de_viagem">Impressões de Viagem</a></p>
<p><a href="http://www.issuu.com/heloisabuarquedehollanda/docs/posmoder">Pós-Modernismo e Política</a></p>
<p><a href="http://www.issuu.com/heloisabuarquedehollanda/docs/tendenciaseimpasses ">Tendências e Impasses</a><em></em></p>
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		<title>Fala Tas- UNIBH II</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 16:01:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O evento Falta Tas publicou, no flickr da Instituição, as fotos do ciclo de debates sobre o Universidade das Quebradas, que contou com a presença de Heloísa Buarque de Hollanda.
Clique aqui para acessar as fotos do evento.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O evento Falta Tas publicou, no flickr da Instituição, as fotos do ciclo de debates sobre o Universidade das Quebradas, que contou com a presença de Heloísa Buarque de Hollanda.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/unibh/sets/72157624223133435/">Clique aqui para acessar as fotos do evento.</a></p>
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		<title>Fala Tas- UNIBH</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 02:10:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Heloisa Buarque de Hollanda participou hoje do &#8220;Fala Tas&#8221;, evento realizado pelo apresentador Marcelo Tas, na UNIBH. A professora ministrou uma palestra sobre a Universidade das Quebradas, ao lado de convidados de renome, como Marcelo Yuka e o pai de santo Tizumba. Clique no link abaixo para acessar o site do evento! 
Fala Tas- UNIBH [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Heloisa Buarque de Hollanda participou hoje do &#8220;Fala Tas&#8221;, evento realizado pelo apresentador Marcelo Tas, na UNIBH. A professora ministrou uma palestra sobre a Universidade das Quebradas, ao lado de convidados de renome, como Marcelo Yuka e o pai de santo Tizumba. Clique no link abaixo para acessar o site do evento! </p>
<p><a href="http://www.unibh.br/falatas/">Fala Tas- UNIBH</a> </p>
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		<title>Território da Palavra</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 14:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloisa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique aqui para ler o projeto
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.heloisabuarquedehollanda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/TerritóriodaPalavra.pdf">Clique aqui para ler o projeto</a></p>
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		<title>Video: Entrevista no Globo Videos</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 10:33:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloisa</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas realizadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique aqui para assistir a entrevista
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vimeo.com/12071708">Clique aqui para assistir a entrevista</a></p>
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		<title>Antes e depois da meia-noite</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 04:52:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloisa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[ANTES E DEPOIS DA MEIA-NOITE
Para a professora Heloísa Buarque de Hollanda, 1968 pautou uma agenda de políticas para as minorias
Ela hospedou um dos réveillons mais comentados da história do Rio de Janeiro. Na virada de 67 para 68, a &#8220;casa do Luís e da Helô&#8221; recebeu artistas, políticos, jornalistas e socialites para uma celebração que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ANTES E DEPOIS DA MEIA-NOITE</strong></p>
<p>Para a professora Heloísa Buarque de Hollanda, 1968 pautou uma agenda de políticas para as minorias</p>
<p>Ela hospedou um dos réveillons mais comentados da história do Rio de Janeiro. Na virada de 67 para 68, a &#8220;casa do Luís e da Helô&#8221; recebeu artistas, políticos, jornalistas e socialites para uma celebração que prenunciaria a convulsão de transformações prestes a vingar no ano vindouro. Para se ter uma idéia do alvoroço que tomou conta do espaço, só naquela noite 17 casamentos foram desfeitos &#8211; inclusive o da própria anfitriã. Heloísa Buarque de Hollanda saiu dali para se consolidar como uma das mais importantes pesquisadoras de Estudos Culturais no Brasil. Para ela, que atua como professora de Teoria Crítica da Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o espírito de coletividade cultivado em 68 se manifesta na vida pulsante das periferias, motivo pelo qual ela se faz otimista quanto ao futuro.</p>
<p>&#8220;A revolução de 68 não aconteceu, mas acho que ela formulou uma agenda. Hoje a ecologia está na pauta nacional, as minorias têm políticas próprias pra si. Você não tem mais um projeto único. Ele implodiu e as ruínas germinam hoje em vários espaços&#8221;, afirma. Um dos lugares mais férteis para esses caquinhos tem sido o das organizações não-governamentais. Segundo a professora, o grande mérito delas tem sido o de proporcionar uma possibilidade real de atuação política para seus militantes mesmo que essa ação esteja restrita a uma esfera microcósmica. Saem os grandes projetos e fica a chance de concretizar pequenos projetos. &#8220;Não é que agora a gente pense pequeno, é que o mundo se globalizou e se pulverizou. Antes dizíamos &#8216;Yankees, go home&#8217;, mas hoje não dá mais para falar isso porque nem sabemos o que isso significa agora. Não se sabe mais o que se deve enfrentar&#8221;, diz.</p>
<p>Heloísa avalia que os diálogos e debates de hoje se dão de forma cada vez mais horizontal, sem muito espaço para a &#8220;arrogância&#8221; que os estudantes de 68 carregavam ao defender suas idéias. &#8220;Você tinha que concordar com tudo que os estudantes diziam. Não tinha disenso. Nós queríamos ir às comunidades ensinar a pensar e a falar. Se você chega hoje numa favela dizendo o que é que a pessoa tem que aprender, é expulso de lá na hora. Hoje o trabalho é muito mais bonito do que em 68, é de colaboração. Eu ensino um pouco e aprendo outro pouco. Não me sinto mais autorizada a falar em nome da periferia. Isso é uma mudança linda&#8221;, afirma.</p>
<p>Assim como o jornalista Zuenir Ventura, a professora também concorda que hoje não se pode falar mais de uma geração única e gregária. O conceito foi substituído pelo de tribos, que respondem à fragmentação do mundo de hoje. Afinal, as liberdades defendidas nos anos 60 permitiram que se chegasse aos anos 2000 com a possibilidade de se escolher livremente quem você quer ser e como se quer ser reconhecido. No entanto, essa novidade se mostra hoje desvirtuada do que se havia pensado para ela há 40 anos. &#8220;A gente passou de uma sociedade de produção para uma sociedade de consumo e nela o que interessa é o público diferenciado. O nicho das diferenças virou um novo mercado. A questão das diferenças não tem o mesmo valor da sociedade de produção. O que era resistência virou nicho&#8221;.</p>
<p>Nisso, transformou-se também até o que a lembrança nostálgica tenta congelar. &#8220;Vejo os estudantes de hoje todos com uma saudade louca de 68, mas hoje você não tem mais a idéia de massa&#8221;. Para Heloísa, as manifestações de agora são mais espasmódicas e seguem o que o professor italiano Antonio Negri chama de multidão. Ela se organiza com a mesma força com a qual se disperça à medida em que o propósito da reivindicação é cumprido. São geralmente causas simples, às vezes até sem foco político. &#8220;Hoje se tem essa incerteza se o que tá sendo feito por aí pode ter efeitos futuros ou não. 68, não, tinha certeza que iria mudar o mundo de vez. Não tenho a menor saudade de 68, mas sem ele a gente não existia hoje dessa forma&#8221;, conclui.</p>
<p><strong>ONDE VOCÊ ESTAVA EM 68?</strong></p>
<p>&#8220;Eu andava em São Paulo. Fiz várias peças. Fiz a Feira Paulista de Opinião, com peças de de Bráulio Pedroso, Guarnieri, Lauro César Muniz, Jorge Andrade e eu. Ao mesmo tempo havia também música, exposições, esculturas. Era um espetáculo mural onde cada um dizia o que pensava. O impacto foi enorme, a peça foi proibida e houve uma greve geral de todo a classe teatral teatro de São Paulo. As pessoas foram para o nosso teatro e declararam desobediência civil. Fizemos a peça mesmo assim até que ela foi liberada pelo juiz. Foi uma vitória enorme, mesmo que depois tenha vindo a derrota com o AI-5, que me deixou muito impressionado com a capacidade de um certo tipo de gente em não se preocupar com a vida humana e massacrar aqueles que só queriam a democracia&#8221;.<br />
<em><strong>Augusto Boal, 77 anos, é diretor teatral, dramaturgo e ensaísta internacionalmente reconhecido. Fundou o Teatro do Oprimido, corrente propõe o teatro como um instrumento de emancipação política. </strong></em></p>
<p>&#8220;Eu participei da Passeata dos Cem Mil como repórter, cobrindo pra sucursal da Folha de S. Paulo. O maior impacto que tive, sem dúvida, foi ouvir a leitura do AI Nº 5, o que me fez comentar: &#8216;Estamos perdidos&#8217;. A conseqüência que isso teria na minha vida viria em 69, com a fundação do (jornal) Pasquim. Esse foi um instrumento de resistência que nós (Sérgio, Jaguar e Tarso de Castro) inventamos na época diante daquela situação. Foi um ano em que também vivi muito a MPB como jurado de festivais. Inclusive estava no festival em que o Caetano Veloso fez aquele discurso. Também ouvi naquele ano uma frase que nunca mais esqueci pelo que tinha de paradoxal. Uma amiga minha, atriz, estava aborrecida e falou para um diretor de cinema: &#8216;Não pensa que é porque nós passamos a noite no motel que nós temos intimidade!&#8217;. Fiquei impressionado. Como não tem intimidade? (risos)&#8221;<br />
<em><strong>Sérgio Cabral, 71 anos, jornalista. É pai do atual governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho (PSB-RJ)</strong></em></p>
<p><em>O Povo &#8211; 17/05/2008</em></p>
<p><em><strong><br />
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		<title>Projeto Universidade das Quebradas</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 04:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloisa</dc:creator>
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Projeto Universidade das Quebradas
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