ENTER | Digital Anthology

Atualizado em 30 de abril | 10:39 AM

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ENTER – Digital Anthology brings together poets, prose writers, musicians, cartoonists and cordelistas who maintain the relation with the word in the web.

ENTER — Digital Anthology

By Heloisa Buarque de Hollanda (august 2009)

On computer keyboards, the ENTER key carries a command, or a line of commands, performing its default function.  In other words, ENTER initiates a process, like that of an OK.  In the design of some keyboards, the ENTER key appears as RETURN, with an arrow pointing down and to the left, and generally fulfills the same function as ENTER.  In some programs, it works like a cursor command, serving to change lines or to start a new paragraph.  Despite small variations, depending on the configuration of different operating systems, programs and commands, ENTER invariably has the function of taking its user to a new logic/ language/ space, or even simply a new paragraph.  It is a key also used on calculators, ATMs, credit card readers, and games.  As an expression, ENTER has been used as the title of CDs (as in the albums Within Temptation from 1997 and 2006’s Russian Circles) and as the name of innumerable computer science magazines in the USA, Finland, Poland, Croatia and Macedonia.

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Um sacode na língua

Atualizado em 4 de abril | 11:16 PM

Confira a nota sobre o Lab Fest – Ópera Literária, publicada na coluna Gente Boa, no jornal O Globo, em 04.04.13.

 

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Flupp ganha o Prêmio Faz Diferença 2012 do jornal O Globo

Atualizado em 22 de janeiro | 9:25 PM

Evento levou escritores conhecidos ao Morro dos Prazeres para conversarem sobre literatura

Por Beá Meira

Inspirado na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), a Festa Literária Internacional das UPPs (Flupp), que teve a sua primeira edição no Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, foi concebida pelo escritor Julio Ludimir. Para viabilizar sua ideia ele buscou quatro parceiros de peso: Écio Salles, ex-secretário de Cultura de Nova Iguaçu e conselheiro da UQ; o antropólogo e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) Luiz Eduardo Soares; e nossa querida coordenadora Heloisa Buarque de Hollanda, crítica literária e professora da UFRJ.

O projeto do evento incluiu um trabalho com novos escritores da periferia que se desenvolveu entre o mês de março e julho de 2012; a Flupp pensa. Como resultado das palestras, oficinas e trocas com escritores consagrados foi lançado o livro “Flupp pensa — 43 novos autores”, uma coletânea de textos de novos autores, entre eles dois quebradeiros: Rosalina Brito e Cláudio Barreto.

A Universidade das Quebradas também esteve presente numa ação que preparou o morro dos Prazeres para a Flupp; o projeto Literatura nas Escadas. Um grupo de quebradeiros ajudou a viabilizar a ideia de Charles Siqueira, coordenador do projeto Galera.com, de fazer os poemas de alguns dos convidados como Ferreira Gullar, Allan da Rosa, Najwan Darwish, Kei Miller e Martin Jankowski subirem as escadas do Morro dos Prazeres.

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Entrevista para o SaraivaConteúdo

Atualizado em 14 de dezembro | 8:03 AM

Publicado originalmente por Ramon Mello no SaraivaConteúdo, em 07.12.2009.

Com 70 anos comemorados em 26 de julho – Dia da Revolução Cubana e Dia das Avós -, Heloisa Buarque de Hollanda prossegue a trajetória com vigor intelectual, lançando mais uma (polêmica) antologia: ENTER – Antologia Digital. Desta vez, reúne poetas, prosadores, músicos, cordelistas e quadrinistas que mantêm a relação com a palavra na web.

“Eu abro para a palavra! Hoje a palavra – com toda essa tecnologia digital, com vários suportes – tem a convergência de mídias. E a palavra explodiu, ela vai para todos os lugares. Você querer que ela fique presa no texto, hoje, é uma loucura. Ela pode e está saindo do texto”, explica a ensaísta, que nos últimos anos, tem se dedicado ao estudo da cultura produzida nas periferias das grandes cidades e ao impacto das novas tecnologias digitais na produção e no consumo culturais.

Responsável por famosas antologias como 26 Poetas Hoje e Esses Poetas – Anos 90, Heloisa defende a idéia de que a produção de uma antologia é uma trabalho estritamente autoral, um recorte de sua visão sobre determinada época.

“Acho que a escolha não pode deixar de ser pessoal, você gosta ou você não gosta.

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Sobre livros, leituras, palavras & afins

Atualizado em 11 de dezembro | 8:48 AM

Vou me permitir responder ao convite da Superintendência da Leitura e do Conhecimento do Rio de Janeiro, para produzir um texto sobre bibliotecas, não como uma profissional do livro, mas como uma pessoa que no momento está apostando alto no livro, ou melhor, na palavra, como instrumento estratégico de transformação em vários níveis e perspectivas. Neste sentido, vejo hoje, no meu campo de trabalho que é o das microtendências culturais, uma agitação bastante focada na potencialidade da palavra como um recurso precioso para a experiência estética, mas também, o que é novidade,  social e econômica. Talvez por isso eu tenha ficado tão atraída pela declaração de Umberto Eco no final do século passado. Dizia ele em um seminário chamado o Futuro do Livro: Se o século XX foi o século da imagem, o Século XXI será o século da palavra. E todos os sinais indicam que o mestre estava certo.

Vou aqui, na realidade, oferecer um breve roteiro dos diversos panoramas de usos da palavra que estão me mobilizando nesse momento. Segue o roteiro com sete paradas:

1. Questão de tempo. Eu sou de uma época em que o livro – a biblioteca, a leitura – era um fato e um feito para poucos.

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